Perguntas frequentes

Ao longo de décadas de atuação no trabalho de apoio a cuidadores familiares, a ABRAz realizou milhares de reuniões de Grupos de Apoio e atendimentos telefônicos pelo serviço Fale Conosco ou em plantões especiais em datas comemorativas. Dessa extensa experiência com o público foram retiradas as perguntas mais frequentes de cuidadores e familiares de doentes de Alzheimer. Todas as questões foram respondidas e estão agrupadas por tema.

Sobre a doença

A Doença de Alzheimer prejudica o sistema imunológico?

É comum a ocorrência de infecções respiratórias e urinárias nos doentes de Alzheimer. É importante que o cuidador verifique com frequência se a urina do paciente tem cheiro ou cor forte e, em caso de uma dessas ocorrências ou de ambas, entre em contato com o médico imediatamente. Esses sintomas podem ser indício de um processo infeccioso que pode passar despercebido porque, muitas vezes, o paciente tem dificuldade de expressar que está sentindo alguma dor ou incômodo.

A Doença de Alzheimer é transmitida geneticamente?

Existem estudos que mostram mutações genéticas e a história familiar pode ser um fator de risco. Entretanto, outros aspectos devem ser considerados. O fato de ter pai/mãe com a doença não quer dizer que a doença será transmitida, deve ser considerado apenas como um fator de risco. Isto é, se o pai teve DA, não necessariamente o filho terá.

Há cura para a Doença de Alzheimer?

Muitos estudos científicos buscam a cura mas, até o momento, não há previsão de cura para a DA. Os tratamentos disponíveis buscam retardar o desenvolvimento da doença, que é progressiva. É importante ressaltar que se o tratamento for iniciado logo na primeira fase da doença, os resultados tendem a ser mais efetivos.

O que é demência?

É um quadro neurológico, crônico e progressivo caracterizado por declínio das funções cognitivas com intensidade suficiente para interferir na vida diária e na qualidade de vida.

A Doença de Alzheimer (DA) é considerada demência?

Sim. Há vários tipos de demência e a DA é uma delas. A DA é caracterizada por perdas progressivas de funções cognitivas. Com a evolução da doença, a interferência no cotidiano é crescente, resultando em perda de autonomia e de independência.

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