Depoimentos de familiares-cuidadores

Aos Leitores,

A ABRAz recebe e publica depoimentos enviados por familiares-cuidadores que desejem compartilhar suas experiências. Devido a questões editoriais e ao limite de espaço para publicação, a equipe do site da ABRAz se reserva o direito de selecionar e editar o material enviado pelos leitores, podendo publicar uma ou mais partes, resumir, ou ainda alterar sua sintaxe, com o objetivo de assegurar maior clareza às informações.

Ao enviar um depoimento à ABRAz, por quaisquer canais, o remetente estará automaticamente assumindo a autoria do texto e autorizando a publicação do conteúdo na íntegra, em parte ou em forma reduzida. Estará ainda ciente de ser citado como autor, a menos que desautorize expressamente a citação de seu nome ou outras informações que identifiquem a ele próprio ou a pessoas mencionadas no depoimento como doentes, familiares e profissionais de saúde.

As mensagens devem ser enviadas com nome, endereço e telefone para o e-mail abraz@abraz.org.br ou por carta para o endereço da ABRAz Nacional:

ABRAz – Associação Brasileira de Alzheimer
Rua Frei Caneca, 915, cj. 3 – Cerqueira César
CEP: 01307-003
São Paulo - SP

As solicitações de informações devem ser feitas por e-mail ou pelo formulário de contato deste site.

A importância de informar-se e compartilhar experiências na Rede de Apoio ABRAz

Myrian M. A. Leone
Familiar-cuidador

Tivemos conhecimento da Doença de Alzheimer, recebemos as explicações e saímos desolados da clínica e sem saber como iríamos lidar com as transformações que ocorreriam com a nossa mãe. Era como ter um pesadelo, acordados.

Maria Thereza S. S. Cálamo
Familiar-cuidador
Peruíbe - SP

Há sete anos, meu marido apresentou mudanças em seu comportamento e, com o passar do tempo, os médicos chegaram à conclusão que ele estava com a Doença de Alzheimer.

Vera Helena Rodrigues Zaitune
Familiar-cuidador
São Paulo - SP

O segundo semestre de 2005 teve um sentido singular na minha vida. Minha mãe recebeu o diagnóstico de Doença de Alzheimer. Isso gerou em mim um distanciamento dos sentimentos. Agia racionalmente, como um escudo, e acreditava reunir um batalhão de voluntários para garantir a melhoria de qualidade de vida da minha mãe.

Carmem e Angel
Familiar-cuidador

Lendo uma revista em um consultório, vi uma pequena reportagem sobre a ABRAz, com o telefone da Associação. Resolvi telefonar, embora nem soubesse o que perguntar. Fiquei sabendo que havia um livro, Você não está sozinho, que poderíamos adquirir e que nos esclareceria muito, ajudando-nos com muitas dicas.

Diferentes reações durante a doença

Maria Christina Florentino Silva
Familiar-cuidador

Para demonstrar minha experiência com minha mãe, com Doença de Alzheimer, faço o relato em três partes: Aceitação, Ação e Resultado.

Yone de Moura Beraldo*
Familiar-cuidador
São Paulo - SP

Com o Alzheimer, conheci a impotência do ser humano diante de uma doença incurável. Surgem os momentos de revolta diante da progressão da degeneração física e mental, apesar dos cuidados e da assistência.

Doença familiar / Repercussões do diagnóstico na família

Neusa T. Ossachuk
Familiar-cuidador
São José dos Pinhais – PR

Em 2003, minha mãe foi levada ao hospital com suspeita de derrame, mas nada de grave havia ocorrido. Posteriormente, na véspera da Páscoa, ela me perguntou: "Quem é você?". Depois, perguntou quem era o homem que estava na cozinha. Pensei que ela estava brincando, não reconhecia a mim nem a meu pai. Ela disse que não se lembrava de nada. Procuramos um neurologista e, após exames, veio o diagnóstico de Alzheimer. Nunca tinha ouvido falar dessa doença.

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