A Visão da Funcionalidade na Doença Alzheimer

Inicialmente a doença de Alzheimer se prevalece da parte cognitiva, que é ligada a alterações da memória , porém é importante posicionar o estimulo motor através da fisioterapia.

Dentro da evolução da doença de Alzheimer sabemos que vai tendo declínios funcionais levando a dependência, aonde o cuidador fica mais comprometido aos cuidados do individuo.

Temos sempre que ver o olhar do cuidador e o do paciente com a doença de Alzheimer, pois existe uma sobrecarga  de cuidados ao paciente que quanto mais dependência  gera custos e limitações para se cuidar.

Por isso no tratamento de fisioterapia deve iniciar já junto ao diagnóstico para ter uma melhor dignidade da evolução  e estratégias  de aceitação do paciente .

Com a  progressão da doença, pode-se observar instabilidade postural, dificuldades na marcha e declínio da funcionalidade, o que compromete a autonomia e aumenta a dependência para a realização das atividades de vida diária( que seria comer, tomar banho…).Dentro destas vem as atividades  instrumentais de vida diária ( que são realizar as refeições , fazer compras, arrumar a casa…), que são atividades relacionadas ao autocuidado , que são relacionadas à independência para o convívio em sociedade.

A fisioterapia tem um papel essencial na tentativa de retardar a progressão da doença e promover uma melhor qualidade de vida para o indivíduo, minimizando as incapacidades físicas e mentais.

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Dra. Cláudia  Gregório

Fisioterapeuta, mestre em ciências da saúde pela Fmabc,professora universitária e tutora da residência multidisciplinar da saúde do idoso na Fmabc e membro da diretoria da Abraz com o cargo de tesoureira da regional -São Paulo , Coordenadora de Grupo de Apoio para familiares, cuidadores e pacientes da Abraz da subregional de santo andré e de apoio do ipiranga.

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