Vencendo a COVID-19

Há cerca de 2 meses, propus este tema, na expectativa de que já haveria novos métodos, ou mesmo alguma substância química, que agora já pudesse estar sendo utilizada para tratar dos infectados. Isso ainda não aconteceu! Além da cloroquina, outras substâncias vêm sendo ensaiadas: parasiticidas, terapias biológicas e transfusão de plasma de pessoas já curadas.

Quem diria que, depois de todo esse tempo, continuamos tendo como padrão de prevenção a higienização das mãos com água e sabonete, uso de álcool gel 70%, banho geral, troca de roupa, limpeza de calçados e uso de máscara facial para sair de casa e ter contato com pessoas, até mesmo da própria família, para nos proteger e proteger principalmente o próximo?

Entretanto, ‘vencer a Covid-19’ não tem apenas o sentido de cura da virose ou sua erradicação. Pode significar também o sucesso que temos tido em não ficarmos contaminados, dado o bom entendimento das medidas de proteção citadas anteriormente. São vencedores também aqueles que adquiriram a virose e permaneceram assintomáticos, os que tiveram a afecção em sua forma mais leve e, especialmente, os que estiveram internados em unidades de terapia intensiva, com respiradores e outras intervenções, de emergência e saíram curadas.

Sem sofisticação, mas com grande grau de disciplina, educação, empatia e todos esses atos de verdadeira cidadania, é que continuaremos vencendo a COVID-19 e outras “guerras”.

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Dr. Paulo Canineu

Geriatra, professor de gerontologia da PUCSP, mestre e doutor.


Revisão jornalística:
Voluntária Rebecca Melo DRT (1349/SE)

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